sábado, 14 de maio de 2011

Temperatura do corpo alta !!!

Temperatura do corpo alta

Temperatura do corpo alta acima de 38 graus, você já deve ficar em atenção.

A temperatura é exatamente o calor que o corpo possui quando medimos com um termômetro. O normal é ficar ente 36,5 e 37 graus centígrados, podemos concluir que o organismo está sem febre.A febre geralmente apresenta diversos sintomas que ajuda a identificar tais como: sensação de frio, um mal estar sem motivo, respiração muito rápida ,sede, olhos lacrimejantes e principalmente quando a pele está quente.
Uma pessoa com febre pode provocar delírios e até convilsões.

Se estiver acamada, retire o lençol ou cobertor. Se for criança pequena, desagalhe-a, deixando apenas roupa leve até que a temperatura chegue ao normal.
• Ofereça líquidos à vítima. Toda pessoa com febre deve beber bastante líquido, como sucos.
• É importante saber quando a febre começa, quanto tempo ela dura e como acaba, para melhor informar ao médico.
• Ponha panos molhados com água e álcool (meio a meio) sobre o peito e a testa. Troque-os com freqüência, para mantê-los frios, e continue fazendo isso até que a febre abaixe.
• Se houver condições, dê um banho morno prolongado, em bacia, banheira ou chuveiro. Você pode ter idéia da temperatura colocando as costas de uma de suas mão na testa da pessoa doente e a outra na sua testa, Após as primeiras providencias e a febre continuar a subir sem parar o recomendável é pedir ajuda medica.

Como fazer respiração boca a boca?

Como fazer respiração boca a boca

Respiração boca a boca, é fácil de fazer, e você pode precisar a qualquer momento para ajudar a salvar a vida de alguém!

1. Deite o paciente com o pescoço esticado. Assim o ar passa com mais facilidade;
2. Abaixe a língua do paciente e veja se existe algum objeto atrapalhando a passagem de ar pela garganta
3. Abra os botões e zíperes da roupa do paciente e, com uma das mãos, tape as narinas dele
4. Inspire profundamente e coloque sua boca sobre a do paciente
5. Sopre o ar com força, notando se o tórax do paciente se mexe (como se ele estivesse respirando normalmente)
6. Afaste-se do paciente para que ele consiga expirar
7. Repita os passos até a respiração do paciente voltar ao normal ou até a chegada do socorro médico.

Graduação em enfermagem: Pedras nos rins?

Graduação em enfermagem: Pedras nos rins?: "Como se desenvolvem as Pedra nos Rins (Cálculo Renal) O surgimento de Cálculo Renal ( Pedra nos Rins ) decorre de um complexo processo bioló..."

Pedras nos rins?

Como se desenvolvem as Pedra nos Rins (Cálculo Renal)

O surgimento de Cálculo Renal (Pedra nos Rins) decorre de um complexo processo biológico, do qual pouco se sabe, apesar dos grandes avanços da medicina neste segmento. Atualmente, constata-se que modificações nas dietas alimentares, decorrentes da industrialização alimentícia, criando alimentos mais proteicos, mais ricos em sal e carboidratos, propiciaram um incremento no aparecimento de cálculos renais, ou seja, as tão popularamente conhecidasPedras nos Rins.

Toda a pessoa que desenvolve Pedras nos Rins, tem relação direta com uma ou diversas características causadoras das Pedras nos Rins, como:
  • Epidemiológicos, ou seja, idade, ambiente, tipo de dieta, sexo, cor, herança;
  • Anomalias urinárias, ou seja, pouca urina, alterações do pH e saturação de sais;
  • Falta de elementos inibidores da formação de pedras, são eles: pirofosfato, glicosaminoglicans, proteína de Tam Horsfall, nefrocalcina, citrato e magnésio;
  • Mudanças metabólicas, como: calciúria, uricemia, calcemia, oxalúria, uricosúria, hipomagnesúria, cistinúria, citratúria;
  • Mudanças urodinâmicas e anatômicas;
  • Infecção urinária.
O volume urinário diminuído consiste no principal fator na formação de cálculos, dentre todas as anomalias na composição urinária. Advém de uma hidratação inapropriada que pode ser a única mudança encontrada naqueles que têm litíase. A quantidade de urina constantemente inferior a 1 litro acontece por hábitos alimentares inadequados ou situações ambientais desfavoráveis, como o clima excessivamente seco, trabalho em ambiente demasiadamente seco, como cozinhas, aviões etc. que facilitam a supersaturação urinária dos sais que dão origem a formação das Pedras nos Rins.

Principais variações e elementos das Pedras nos Rins:


CÁLCIO - Um número superior a 80% daqueles que formam Pedras nos Rins, formam-nas por cálcio. A grande maioria, têm uma elevação da presença de cálcio na urina, ou seja, hipercalciúria e ou elevação da presença de cálcio no sangue, denominada hipercalcemia.


MAGNÉSIO - É um fator que atua na urina coibindo a cristalização. Assim, quando o magnésio presente na urina é inferior a 50 mg a cada 24h, denominado magnesiúria, o desenvolvimento de Pedras nos Rins pode vir a ser facilitado.


OXALATO - Apesar do oxalato na urina apresentar-se normal, muitas vezes asPedras nos Rins de cálcio vem a ter oxalato na sua formação.


CISTINA - A cistina dissolve com dificuldade na urina, porisso, ela facilita a formação de Pedras nos Rins por razão de supersaturação.


ÁCIDO ÚRICO - A Pedras nos Rins causadas por ácido úrico puro se desenvolvem em algo proximo de 5% da população global, exceto no mediterrâneo e países árabes, local onde as taxas chegam a atingir até 30%. 25% dos pacientes com gota de ácido úrico podem apresentar Pedras nos Rinsderivadas de ácido úrico.


CITRATO - Excreção diária inferior a 450mg caracteriza hipocitratúria. Mulheres, crianças e idosos excretam uma quantidade maior de citrato. Agente formador dePedras nos Rins, a Hipocitratúria isolada, se desenvolve em algo próximo a 5% das nefrolitíases, sendo eventualmente a única modificação metabólica localizada nestes pacientes.

QUINTA-FEIRA, 15 DE JANEIRO DE 2009

Pedra nos Rins

Cálculos renais, ou pedras nos rins, são formações endurecidas nos rins ou nas vias urinárias, resultantes do acúmulo de cristais existentes na urina. Sua presença pode passar despercebida, sem sintomas, mas pode também provocar dor muito forte que começa nas costas e se irradia para o abdômen em direção da região inguinal. É uma dor que se manifesta em cólicas, isto é, com um pico de dor intensa seguido de um certo alívio. Em geral, essas crises podem ser acompanhadas por náuseas e vômitos e requerem atendimento médico-hospitalar.

Diagnóstico
Além das evidências clínicas (dor intensa e sinais de sangue na urina), cálculos renais podem ser diagnosticados por Raios X de abdômen, ultra-som ou pela urografia excretora, um exame mais específico das vias urinárias.

Sintomas
·Sangue na urina;
·Suspensão ou diminuição do fluxo urinário;
·Necessidade mais freqüente de urinar;
·Infecções urinárias.

Tratamento
·Ao contrário do que se recomendava no passado, durante as crises deve ser evitada a ingestão exagerada de líquidos. Liquido em excesso pode aumentar a pressão da urina no rim e, conseqüentemente, aumentar as dores. Medicamentos podem ser indicados apenas pelo médico levando em conta a causa da formação dos cálculos. Durante as crises, é indicado o uso de analgésicos e antiinflamatórios potentes para aliviar a dor que é extremamente forte, quase insuportável;
·Litotripsia, ou seja, bombardeamento das pedras por ondas de choque visando à fragmentação do cálculo o que torna sua eliminação pela urina mais fácil;
·Cirurgia percutânea ou endoscópica: por meio do endoscópio e através de pequenos orifícios, o cálculo pode ser retirado dos rins após sua fragmentação;
·Ureteroscopia: por via endoscópica, permite retirar os cálculos localizados no ureter.

Recomendações
·Beba muita água regularmente. De dois a três litros por dia. Essa é a medida mais importante para prevenir cálculos renais;
·Utilize um filtro de papel quando houver a possibilidade de estar eliminando um cálculo. A análise de sua composição pode orientar o médico na escolha do tratamento mais adequado;
·O uso de medicamentos contra dor deve ser prescrito pelo médico. Alguns deles são desaconselháveis para pessoas com problemas estomacais ou para gestantes;
·Controle a ingestão de alimentos ricos em proteínas e cálcio se os cálculos forem formados por excesso de ácido úrico ou cálcio;
·Não se automedique nem faça o próprio diagnóstico. Procure atendimento médico, especialmente se tiver dores intensas nas costas ou no abdômen e sinais de sangue na urina.

Causas
·Volume insuficiente de urina, ou urina supersaturada de sais;
·Grande quantidade de cálcio, fosfatos, oxalatos, cistina, ou falta de citrato;
·Distúrbios metabólicos do ácido úrico ou da glândula paratireóide;
·Infecções urinárias;
·Alterações anatômicas;
·Obstrução das vias urinárias.

Graduação em enfermagem: Parto normal

Graduação em enfermagem: Parto normal: "GRAVIDEZ PASSO A PASSO Medo do parto Superando a ansiedade Medo de ficar sozinha Previna-se Dentre as muitas eventualidades com que a vida..."

Parto normal



GRAVIDEZ PASSO A PASSO
Medo do parto
Superando a ansiedade
Medo de ficar sozinha

Previna-se
Dentre as muitas eventualidades com que a vida nos surpreende nos momentos delicados - e o parto sem dúvida é um deles - a ausência do pai da criança é uma para a qual a futura mamãe precisa estar preparada, especialmente se o trabalho dele exige viagens freqüentes. Uma possível solução para o problema é pedir que pessoas de sua confiança (mãe, irmã, vizinha) a acompanhem no dia do parto, ou programá-lo para quando seu marido estiver por perto.
Medo das dores

Descanse
Uma dúvida freqüente para as mamães, sobretudo as de primeira viagem, é quanto às dores que irão sentir. Não se preocupe: seu médico pode lhe ensinar exercícios de respiração e relaxamento que auxiliam a encarar esses incômodos. Além disso, caso ache necessário, existem cursos preparatórios para o parto cujo objetivo é simular as sensações causadas pelas contrações e a expulsão do feto. Dores fortes só são sentidas em trabalhos de parto muito rápidos, mas a anestesia de bloqueio, no parto normal, evita maiores incômodos.
Medo de não chegar a tempo no hospital
Organize-se
Escolha a maternidade com bastante antecedência e calcule quanto tempo a viagem de sua casa até lá pode demorar (não se esqueça de contar com os horários de pico!); tenha à mão os números dos telefones do seu marido e das pessoas mais chegadas; informe-se na maternidade sobre os documentos necessários e providencie-os o quanto antes; deixe preparadas as malas (a sua e a do bebê); e, sobretudo, não se apavore caso as contrações se tornem mais fortes de repente: ligue para a maternidade ou para seu médico e peça orientações.
Medo com relação à saúde do bebê
Relaxe
Com os avanços tecnológicos, é possível saber-se com bastante precisão se a saúde de seu filho está em ordem. A maioria das malformações são facilmente identificadas no começo da gestação por uma bateria de exames.
Medo de não reconhecer o momento do parto

Calma
Quando o grande momento está chegando, é natural que a futura mamãe fique um pouco ansiosa. Afinal, foram nove longos meses de espera. Tudo que ela não quer agora é confiar apenas na sorte para que as coisas transcorram normalmente. Mas, através de medidas simples, é possível ultrapassar esse período delicado sem traumas. Saiba como enfrentar alguns desses medos.

Veja os sintomas que prenunciam o nascimento de seu filho:
  1. O bebê pára de se movimentar por um período superior a 24 horas
  2. Perda do tampão e leve sangramento com secreções
  3. Contrações uterinas (quando a barriga endurece) de 5 em 5 minutos
  4. Ruptura da bolsa, com grande perda de água quente e de odor parecido ao da cândida.

Campanha pelas30h semanais