quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Contra micróbios


Cientistas do Instituto CNRS, na França, descobriram um novo mecanismo natural de defesa contra infecções.
De forma surpreendente, os pesquisadores descobriram que o zinco, um metal pesado que é tóxico em altas doses, é utilizada pelas células do sistema imunológico para destruir micróbios como o bacilo da tuberculose ou a bactéria E. coli.
A descoberta abre caminho para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas relacionadas às infecções e às doenças auto-imunes, além de novas formas para testar vacinas em desenvolvimento.
O sistema imunológico contra-ataca
Uma das estratégias bem conhecidas e usadas por nosso sistema imunológico para destruir os micróbios consiste em privá-los de nutrientes essenciais, tais como os metais, especialmente o ferro.
Mas esta é a primeira vez que os cientistas demonstram que o inverso também é verdadeiro: as células imunológicas são capazes de mobilizar reservas de metais pesados, principalmente o zinco, para envenenar os micróbios.
O fenômeno foi demonstrado com o Mycobacterium tuberculosis, o agente responsável pela tuberculose em humanos, que responde por quase 2 milhões de mortes por ano no mundo, e para a Escherichia coli, da qual algumas cepas podem causar infecções graves do sistema digestivo e urinário.
Bombas de defesa
Os pesquisadores observaram uma acumulação rápida e persistente de zinco nas células do sistema imunológico (macrófagos) que ingeriram M. tuberculosis ou E. coli.
Eles também observaram a produção, na superfície dos micróbios, de numerosas proteínas cujo papel é o de bombear para fora os metais pesados, ou seja, eliminá-los.
A sintetização dessas “bombas” é uma defesa dos micróbios contra a intoxicação imposta pelos macrófagos.
A prova definitiva veio quando os cientistas alteraram geneticamente os micróbios para que eles não conseguissem desenvolver as bombas: tanto o M. tuberculosis quanto a E. coli se tornaram ainda mais sensíveis à destruição pelos macrófagos.
Importância do zinco no organismo
O zinco, embora tóxico quando ingerido em quantidades muito elevadas, é, portanto, benéfico para o sistema imunológico.
Os cientistas levantam a hipótese de que possa haver mecanismos equivalentes para outros metais pesados, como o cobre.
Estes resultados têm implicações clínicas muito concretas.
Em particular, eles reabrem o debate sobre a suplementação da dieta com zinco e podem também conduzir a novos antibióticos que bloqueiem a ação das bombas microbianas de metais ou a novas vacinas com cepas atenuadas.
Fonte: Enfermagem Atualizada
Cientistas do Instituto CNRS, na França, descobriram um novo mecanismo natural de defesa contra infecções.
De forma surpreendente, os pesquisadores descobriram que o zinco, um metal pesado que é tóxico em altas doses, é utilizada pelas células do sistema imunológico para destruir micróbios como o bacilo da tuberculose ou a bactéria E. coli.
A descoberta abre caminho para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas relacionadas às infecções e às doenças auto-imunes, além de novas formas para testar vacinas em desenvolvimento.
O sistema imunológico contra-ataca
Uma das estratégias bem conhecidas e usadas por nosso sistema imunológico para destruir os micróbios consiste em privá-los de nutrientes essenciais, tais como os metais, especialmente o ferro.
Mas esta é a primeira vez que os cientistas demonstram que o inverso também é verdadeiro: as células imunológicas são capazes de mobilizar reservas de metais pesados, principalmente o zinco, para envenenar os micróbios.
O fenômeno foi demonstrado com o Mycobacterium tuberculosis, o agente responsável pela tuberculose em humanos, que responde por quase 2 milhões de mortes por ano no mundo, e para a Escherichia coli, da qual algumas cepas podem causar infecções graves do sistema digestivo e urinário.
Bombas de defesa
Os pesquisadores observaram uma acumulação rápida e persistente de zinco nas células do sistema imunológico (macrófagos) que ingeriram M. tuberculosis ou E. coli.
Eles também observaram a produção, na superfície dos micróbios, de numerosas proteínas cujo papel é o de bombear para fora os metais pesados, ou seja, eliminá-los.
A sintetização dessas “bombas” é uma defesa dos micróbios contra a intoxicação imposta pelos macrófagos.
A prova definitiva veio quando os cientistas alteraram geneticamente os micróbios para que eles não conseguissem desenvolver as bombas: tanto o M. tuberculosis quanto a E. coli se tornaram ainda mais sensíveis à destruição pelos macrófagos.
Importância do zinco no organismo
O zinco, embora tóxico quando ingerido em quantidades muito elevadas, é, portanto, benéfico para o sistema imunológico.
Os cientistas levantam a hipótese de que possa haver mecanismos equivalentes para outros metais pesados, como o cobre.
Estes resultados têm implicações clínicas muito concretas.
Em particular, eles reabrem o debate sobre a suplementação da dieta com zinco e podem também conduzir a novos antibióticos que bloqueiem a ação das bombas microbianas de metais ou a novas vacinas com cepas atenuadas.

Dr. Enfermeiro: Mulher e estrogênio

Dr. Enfermeiro: Mulher e estrogênio: Estrogênio no cérebro Não é nenhum segredo que as mulheres têm uma maior tendência de ganhar peso com o passar dos anos. Sempre se ass...

Mulher e estrogênio


Estrogênio no cérebro
Não é nenhum segredo que as mulheres têm uma maior tendência de ganhar peso com o passar dos anos.
Sempre se associou esse aumento na gordura corporal com o hormônio feminino estrogênio, embora os mecanismos de atuação não sejam bem claros.
Agora, cientistas rastrearam os efeitos do estrogênio no metabolismo e mostraram seus efeitos em várias partes do cérebro.
Receptores de estrogênio
O estrogênio age sobre receptores encontrados em todo o corpo, na gordura, nos ovários e nos músculos.
Mas quando se trata do papel do estrogênio sobre o metabolismo, Deborah Clegg e seus colegas da Universidade do Texas (EUA) desconfiaram dos receptores cerebrais.
Eles focaram o estudo no receptor de estrogênio alfa (ERα), que outros estudos já haviam indicado estar associado com variações no equilíbrio metabólico.
Quando a equipe “deletou” esses receptores do cérebro de camundongos, “eles se tornaram camundongos muito, muito gordos,” descreve a cientista.
Os animais consumiram mais e queimaram menos gordura.
Reposição hormonal
Os pesquisadores mostraram que as camundongos fêmeas sem o receptor ERα em uma parte do cérebro ganharam peso sem qualquer aumento na ingestão de alimentos.
Por outro lado, a supressão do ER&alpha em outra parte do cérebro teve efeito contrário, com os animais comendo mais sem ganhar peso.
O objetivo dos cientistas é desenvolver terapias que possam controlar esses receptores.
As terapias de reposição hormonal estão francamente em desuso, devido aos efeitos colaterais, mas os cientistas afirmam ter esperanças de que a ação seletiva nesses receptores possa levar a terapias que não elevem os riscos de doenças do coração e câncer de mama.

Dr. Enfermeiro: Olhar distorcido sobre o corpo - Diagnóstico de en...

Dr. Enfermeiro: Olhar distorcido sobre o corpo - Diagnóstico de en...: *** Olhar distorcido sobre o corpo ... Definição: A distorção é caracterizada por uma alteração no modo habitual com que a pessoa "vê" ...

Olhar distorcido sobre o corpo - Diagnóstico de enfermagem

*** Olhar distorcido sobre o corpo ...


Definição:

A distorção é caracterizada por uma alteração no modo habitual com que a pessoa "vê" ou "sente" o seu corpo. Ela, por exemplo, está magra e se enxerga obesa. Há uma sensação de deformidade e repugnância em relação à própria imagem.

Isso pode ocorrer de transtornos alimentares e obesidade principalmente, ou alguma obsessão a um defeito ou aparência física.

Quando há uma grande perda de peso, é comum haver esse tipo de distorção. A pessoa tem dificuldades em lidar com a nova imagem, alguns não assimilam que emagreceram tanto. Isso pode ocorrer também com pessoas saudáveis.

A insatisfação excessiva com o corpo pode levar à Bulimia e à anorexia. No primeiro caso, o peso é normal e a distorção da imagem corporal não é tão evidente quanto na anorexia. Não há, por exemplo, ausência da menstruação e a idade em que ela se manisfeta é mais tardia. Levando a uma morte por Bulimia nervosa para quatro em anorexia nervosa.

O importante é a presença de um profissional para o tratamento destes distúrbios, ele identificará em qual das várias situações a distorções de imagem corporal se manisfestou, trazendo a conduta ideal para cada caso, prinicipalmente em quadros psiquiátricos mais graves. 





Intervenção de enfermagem:


# Encaminhar o paciente a outras terapias
# Solicitar intervenção psicológica
# Conversar sobre o acometimento
# Estimular a importância do cliente e suas responsabilidades pessoais
# Ajudar o cliente em suas escolhas de roupas ou maquiagem.


Prognóstico:


# Aceitar sua condição e verbalizará a importância disso...


Enf. Filipe Silva de Oliveira

domingo, 25 de setembro de 2011

O que é enfermagem?






Enfermagem é a arte de cuidar e a ciência cuja essência e especificidade é o cuidado ao ser humano, individualmente, na família ou emcomunidade de modo integral e holístico, desenvolvendo de forma autônoma ou em equipe atividades de promoção, proteção, prevenção, reabilitação e recuperação da saúde. O conhecimento que fundamenta o cuidado de enfermagem deve ser construído na intersecção entre a filosofia, que responde à grande questão existêncial do homem, a ciência e tecnologia, tendo a lógica formal como responsável pela correção normativa e a ética, numa abordagem epistemológica efetivamente comprometida com a emancipação humana e evolução das sociedades.
No Brasil, o enfermeiro é um profissional de nível superior da área da saúde, responsável inicialmente pela promoção, prevenção e na recuperação da saúde dos indivíduos, dentro de sua comunidade. O enfermeiro é um profissional preparado para atuar em todas as áreas da saúde: assistencial, administrativa e gerencial.Na área educacional, exercendo a função de professor e mestre- preparando e acompanhando futuros profissionais de nível médio e de nível superior.Dentro da enfermagem, encontramos o auxiliar de enfermagem (nível fundamental) e o técnico de enfermagem, (nível médio) ambos confundidos com o enfermeiro, entretanto com funções distintas, possuindo qualificações específicas.
Na maioria dos países, (ex: Portugal) não existem estas subdivisões. O enfermeiro de cuidados gerais exerce todas as funções inerentes ao seu cargo, previsto na carreira de enfermagem, não existindo desta forma duvidas quanto à função de cada elemento da equipe multidisciplinar. Todos os enfermeiros possuem, pelo menos, uma licenciatura em ciencias de enfermagem.
Em Portugal, e de acordo com o Regulamento do Exercicio Profissional dos Enfermeiros (REPE), o "Enfermeiro é o profissional habilitado com um curso de enfermagem legalmente reconhecido, a quem foi atribuído um título profissional que lhe reconhece competência científica, técnica e humana para a prestação de cuidados de enfermagem gerais ao indivíduo, família, grupos e comunidade, aos níveis da prevenção primária, secundária e terciária."

Prestam assistência ao paciente ou cliente em clínicas, hospitais, ambulatórios, empresas de grande porte, transportes aéreos, navios,postos de saúde e em domicílio, realizando atendimento de enfermagem; coordenam e auditam serviços de enfermagem, implementam ações para a promoção da saúde junto à comunidade.
O enfermeiro está apto a prescrever, salvo com critérios de cada instituições que elaboram protocolos específicos com medicações padronizadas pelos médicos.