quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Imunidade ativa (vírus atenuado) e passiva

Imunidade Ativa: Anticorpos induzidos
Imunidade Passiva: Transferência de anticorpos prontos

sábado, 3 de setembro de 2011

Ler no escuro faz mal?


Ler com pouca luz faz mal aos olhos?
Veja o que dizem os especialistas:
 
O British Medical Journal (BMJ) assegura, num artigo publicado no seu site, em Dezembro de 2007, que ler com pouca luz não faz necessariamente mal aos olhos, ao contrário do que a maior parte das pessoas (incluindo alguns médicos) acreditam.
Origem da imagem ao clicarDe acordo com o BMJ, este mito está, provavelmente, associado à experiência fisiológica de vista cansada, uma vez que a fraca iluminação pode criar a sensação de dificuldade em focar, secura, etc.
Contudo, estes efeitos não persistem, assegura o BMJ, e, portanto, não provocam danos permanentes na visão. A conclusão foi inferida a partir da pesquisa em estudos e investigações disponíveis na internet, o que levou vários especialistas a insurgirem-se contra esta conclusão e a apresentarem argumentos do contrário.
Afinal, ler com pouca luz faz (ou não) mal aos olhos? O oftalmologista Eduardo Marques, distinguido pelo American Biographical Institute no livro Great Minds of 21st Century, esclarece a questão.
 
A verdade:
Não existe evidência científica de que a leitura em ambientes com pouca luz faça mal aos olhos.
 
O esforço visual nestas circunstâncias pode trazer alguns sintomas de desconforto (dor nos globos oculares, dores de cabeça, ardor ocular, visão turva), que no seu conjunto os oftalmologistas chamam astenopia, mas que não trazem consequências para a saúde dos olhos e melhoram se tivermos o cuidado de fazer pequenas pausas durante o período de leitura ou usar óculos caso eles sejam necessários.
 
Nas últimas duas décadas tem-se especulado muito sobre a possibilidade de o esforço visual, nomeadamente a leitura, poder ser causa de aparecimento de miopia ou do seu agravamento, sobretudo em crianças em idade escolar.
 
Os defensores desta teoria, baseada em estudos epidemiológicos cuja validade tem sido posta em causa por diversos motivos (e que, por conseguinte, não está totalmente esclarecida), sustentam a utilização de óculos com lentes bifocais ou progressivas por crianças míopes como forma de tentar evitar a progressão da miopia.
A causa primária da miopia é a hereditariedade. Existe evidência científica de que o esforço visual possa ter um papel menor na progressão da miopia; contudo, esta progressão não é alterada pela redução da utilização dos óculos para ver ao longe, nem pela utilização de óculos para perto ou lentes bifocais.
 
Esta questão poderia ser esclarecida definitivamente através da realização de estudos epidemiológicos bem estruturados envolvendo grupos com grandes números de crianças em idade escolar, seguidas durante vários anos no âmbito de protocolos de investigação rigorosos.
 
Mas isto levanta inúmeras dificuldades práticas e algumas questões éticas, pelo que a prática corrente entre os oftalmologistas na Europa e nos EUA consiste em acompanhar as crianças míopes, corrigindo a visão de acordo com a evidência científica actual, sem limitar a criança nos seus períodos de leitura ou estudo, e sem recorrer a lentes bifocais no caso de uma simples miopia

Dr. Enfermeiro: TRANSPLANTE RENAL

Dr. Enfermeiro: TRANSPLANTE RENAL: Transplante renal O que é o transplante renal? O transplante renal é o procedimento médico-cirúrgico no qual um rim, que anteriormente ...

TRANSPLANTE RENAL


Transplante renal

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O que é o transplante renal?

O transplante renal é o procedimento médico-cirúrgico no qual um rim, que anteriormente era de outra pessoa (doador), é colocado num indivíduo cujos rins não desempenham a sua função (receptor). Este rim passa a desempenhar todas as funções dos rins originais.
Qual a importância do tipo de sangue para o transplante?
Só pode haver transplante se houver compatibilidade do tipo de sangue entre o doador e o receptor, ou seja:
se o paciente tem sangue tipo O, só pode receber o rim de pessoas com o sangue tipo O;
se o paciente tem sangue tipo A,  pode receber rim de pessoas com o tipo A ou O;
se o paciente tem sangue tipo B,  pode receber rim de pessoas com o tipo B ou O;
se o paciente tem sangue tipo AB,  pode receber rim de pessoas com o tipo AB, A, B ou O;
Qual o melhor doador?
O melhor doador é aquele que além da compatibilidade do tipo de sangue, tem os antígenos de histocompatibilidade mais semelhantes ao receptor. Esses antígenos são determinados através de um exame de sangue que se chama tipagem HLA.
Assim, o melhor doador são irmãos gêmeos univitelinos. Porém é pouco frequente encontrar pacientes nesta situação. Em segundo lugar, vêm irmãos e/ou irmãs com antígenos de histocompatibilidade idênticos.
Depois vêm irmãos que possuem 50% dos antígenos de histocompatibilidade iguais ao receptor, e os pais.
Por último vem o doador cadáver.
Todas as pessoas com insuficiência renal crónica são candidatas a transplante renal?
Não. Pacientes que tiveram cancro, pacientes com infecções, pacientes com doença grave do fígado, não podem fazer transplante. Porém cada caso é analisado individualmente. Converse com o seu médico sobre o assunto.
Quais as vantagens de um transplante renal?
O transplante de rim oferece aos pacientes em diálise a hipótese de uma maior independência e a melhoria da qualidade de vida. A diálise oferece uma substituição incompleta da função renal, enquanto que o transplante oferece a possibilidade de uma função renal plena.
O doente é capaz de voltar a uma dieta mais próxima do normal e a beber líquidos de forma mais liberal. Tornar-se-á um participante activo nas atividades físicas e terá maior autonomia na vida diária. Por último, não será mais dependente da diálise para seu bem-estar. Porém o acompanhamento médico será sempre constante.
E as desvantagens?
O paciente que se submete ao transplante necessita de cuidados médicos contínuos e estará exposto a determinados riscos:
-Acto cirúrgico do transplante - apesar de ser uma cirurgia até certo ponto simples, ela envolve o risco inerente a qualquer acto cirúrgico;
-Necessidade de uso de medicações imunossupressoras - como prednisona, azatioprina, ciclosporina e anticorpos monoclonais, que possuem determinados efeitos colaterais e podem trazer complicações;
-O rim transplantado pode não funcionar e o paciente necessita de voltar a fazer diálise.
Qual a necessidade de tomar medicamentos especiais após o transplante?
O organismo tem um sistema muito complexo (sistema imunológico) que reage contra órgãos estranhos introduzidos nele. É um sistema protector contra infecções, mas infelizmente trabalha contra no caso de transplante. Como o rim transplantado é reconhecido como "estranho", o organismo reagirá contra o rim e tentará destruí-lo, a menos que seja dada uma medicação para diminuir essa reacção. Tais medicamentos são chamados de medicamentos imunossupressores.
Quais são os medicamentos imunossupressores?
Geralmente o paciente que recebe um transplante renal toma três medicamentos imunossupressores: prednisona, azatioprina e ciclosporina. A dose e a combinação destes três varia de acordo com o peso do paciente e sua condição clínica.
Todos estes  medicamentos deixam o organismo mais susceptível a infecções e tumores, por isso o paciente fica internado no momento do transplante em regime de isolamento, para não ganhar infecções de outros pacientes, e terá a sua temperatura medida várias vezes ao dia.
Terei que tomar os medicamentos imunossupressores para sempre?
Sim, nas primeiras semanas em dose mais alta, depois, ao longo do tempo, a dose de cada um dos medicamentos vai diminuir, porém vai precisar de tomá-los sempre, caso contrário o rim transplantado será rejeitado pelo seu organismo, necessitando de retorno à diálise.
O que é o teste de compatibilidade ou "cross-match"?
É o exame em que se mistura o sangue do receptor e do doador para ver se há possibilidade de rejeição nas primeiras horas pós-transplante. Se for positivo, o transplante não será realizado, pois a hipótese de rejeição é de quase 100%.
O que significa rejeição?
Rejeição é o termo usado para descrever a reação do corpo ao novo rim. Algum grau de rejeição é esperado e a maioria dos pacientes vai senti-la durante a primeira ou segunda semana após o transplante. Existem várias maneiras de tratar a rejeição e na maioria das vezes será curada.
Como sei se estou a rejeitar o rim?
Deve estar alerta para a possibilidade de rejeição e prontamente comunicar com o médico se observar qualquer sinal ou sintoma dos seguintes:
-Dor ou inchaço no rim transplantado;
-Febre acima de 37 graus;
-Diminuição da urina;
-Rápido e grande ganho de peso;
-Inchaço de pálpebras, mãos e pés;
-Dor ao urinar;
-Urina fétida (a cheirar muito mal) ou sanguinolenta (com vestígios de sangue);
-Aumento na pressão sanguínea com uma Ta mínima maior que 10;
-Tosse ou falta de ar;
-Perda da sensação de bem-estar.
Obs.: Qualquer outra alteração também deverá ser comunicada ao médico.
Levo uma vida normal só com um rim?
Algumas pessoas nascem com apenas um rim e nunca ficam a saber disso, excepto se fizerem algum exame ocasional e o descobrirem. Um rim faz o trabalho de dois e a vida da pessoa será normal em qualquer profissão ou na família.
É verdade que um transplante renal não é aconselhado para pessoas com mais de 70 anos?
O transplante renal é recomendado numa faixa etária com expectativa de vida de mais de 10 anos em função da complexidade e gravidade do tratamento, isto é, o organismo aos 70 anos não suporta uma grande intervenção cirúrgica como é o transplante. Existem doenças degenerativas associadas sejam, cerebrais, cardiovasculares ou sistémicas (diabetes) que o contra-indicam após esta faixa etária. Ainda, o resultado de um transplante, não é certo e líquido, pois podem ocorrer complicações inerentes ao corpo estranho (rim implantado) e uso de medicações imunossupressoras muito agressivas.
Não é impossível que exista um indivíduo que aos 70 anos tenha uma capacidade física de 60 anos, mas improvável, ainda mais no renal crônico.
Em relação ao doador, nesta idade não haverá regeneração do parênquima renal, sobrecarregando o rim remanescente e criando situações clínicas como um novo renal crônico, hipertenso, etc.
Restaria a critério do nefrologista, um implante de doador-cadáver, ainda com ressalvas pela idade.

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Dr. Enfermeiro: Enfermeiros despedidos por e-mail

Dr. Enfermeiro: Enfermeiros despedidos por e-mail: Enfermeiros despedidos por mail Os 24 profissionais trabalhavam em regime de subcontratação em Centros de Saúde de Lisboa. Mensagem da empr...

Enfermeiros despedidos por e-mail


Enfermeiros despedidos por mail

Os 24 profissionais trabalhavam em regime de subcontratação em Centros de Saúde de Lisboa. Mensagem da empresa Medicsearch invoca “compromisso assumido no Memorando da troika”. Bloco de Esquerda questiona Ministério da Saúde.
Enfermeiros estavam em situação de precariedade. Foto de Paulete Matos
Os 24 enfermeiros trabalhavam em regime de prestação de serviços nos centros de saúde da Alameda, Ajuda, Alcântara, Coração de Jesus, Lapa, Luz Soriano, Santo Condestável e São Mamede/Santa Isabel. A empresa que os contratou, a Medicsearch, rescindiu o contrato quarta-feira com feitos imediatos, através de um e-mail, a que a agência Lusa teve acesso, em que dá como justificativa o “compromisso assumido no Memorando da troika”.
Para Pedro Frias, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), os 24 enfermeiros “foram completamente surpreendidos pelo despedimento, embora soubessem que isso podia acontecer dado estarem numa situação de subcontratação”. O sindicalista afirma que os profissionais “estavam numa situação de extrema precariedade, mas como sabiam que os centros de saúde precisavam muito dos seus serviços para assegurarem determinados programas de saúde, não contavam com isto”.
Para a bastonária da Ordem dos Enfermeiros a decisão é absolutamente incompreensível. “Estamos a falar de centros de saúde que têm a ver com um estatuto que não é um estatuto empresarial. Foi anunciado que era a esse nível que haveria que racionalizar hospitais e unidades locais de saúde”, disse Maria Augusta Sousa à Lusa.
Para a bastonária, é ainda “absolutamente estranho que, ao abrigo daquilo que são os compromissos da ‘troika’ se venha reduzir o número de enfermeiros numa área geográfica onde está comprovado que é onde existe uma carência acentuada”. E sublinha: “É claro que vão existir menos cuidados de oferta aos cidadãos destas áreas abrangidas, que têm um número elevado de população idosa”.
A bastonária lamentou que continuem a existir “um número elevado de enfermeiros” a trabalhar sem qualquer vínculo ao Ministério da Saúde, um “subterfúgio” encontrado pelo governo.
Bloco questiona Ministério
O Bloco de Esquerda já enviou uma pergunta ao Ministério da Saúde, em que ressalta que há centenas de enfermeiros na mesma situação precária. Face ao motivo invocado, o deputado João Semedo procura esclarecer como pretende a Administração Regional de Saúde (ARS-LVT) da Lisboa e Vale do Tejo substituir estes enfermeiros, que apesar de precários asseguravam necessidades permanentes.
Assim, o deputado bloquista pergunta:
1. Confirma a Administração de Regional de Saúde a não renovação do contrato de prestação de serviços de enfermagem, referente a 24 enfermeiros que desempenhavam funções nos centros de saúde da Alameda, Ajuda, Alcântara. Coração de Jesus, Lapa, Luz Soriano, Santo Condestável e São Mamede/Santa Isabel, com efeitos a partir de 1 de Setembro de 2011?
2. Como irão ser asseguradas as funções até agora desempenhadas por estes profissionais?
3. Qual o rácio enfermeiros/utentes nos centros de saúde em questão, antes e depois da saída dos enfermeiros que se encontravam em regime de prestação de serviços?
4. Quantos enfermeiros, em regime de prestação de serviços, desempenham actualmente funções em estabelecimentos e serviços na área de influência da ARS de Lisboa e Vale do Tejo?
5. Pretende a ARS de Lisboa e Vale do Tejo não renovar e/ou rescindir todos os contratos de prestação de serviços de enfermagem?

Prefeitura abre concurso para Secretária Municipal de Saúde - Rio de Janeiro | O Repórter

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